Amante da Sabedoria http://antoniosantana83@yahoo.com.br Thu, 28 Aug 2008 06:28:29 -0700 Amante da Sabedoria http://nireblog.com/imagenes/logo.png http://antoniosantana83@yahoo.com.br http://nireblog.com Comentário Antropologia e Estética: "O Belo como Símbolo da Moralidade" http://antoniosantana83@yahoo.com.br/post/2008/04/30/comentario-antropologia-e-estatica-o-belo-como-sambolo-da-moralidade http://antoniosantana83@yahoo.com.br/post/2008/04/30/comentario-antropologia-e-estatica-o-belo-como-sambolo-da-moralidade                                            

 

O meu comentário sobre o mestrando Luciano Ezequiel Kaminsk, a sua dissertação tem como objetivo investigar as condições de possibilidade da afirmação kantiana de que a beleza é símbolo de moralidade. O seu tema monográfico fala do “Belo como Símbolo da Moralidade”, no qual é trabalhado na “Crítica da faculdade de Juízo”. Esta mesma obra é traduzida também como “Juízo de Gosto ‘Belo’”. Na CRPr, Kant delimita um juízo mural que tem autonomia. Luciano divide a sua dissertação em três partes:

A primeira vai tratar as noções de analogia e símbolo que tem como objetivo de investigar os diversos usos das noções de analogia e de símbolo no contexto da filosofia transcendental de Kant.

A segunda parte ele apresenta a solução do problema sobre “O Belo como Símbolo de Moralidade, no qual vai afirmar na CFJ a questão: Como é possível a beleza ser símbolo de moralidade?”.

E a terceira parte entra duas outras questões que diz: “como se dar a relação da moral com o sublime e ou como se a relação da moral como teleológicos”. Aqui ele vai afirmar que o belo é símbolo da moral.

 “Pelo que ficou demonstrado nesta pesquisa, a noção de simbolização se apresenta como parte importante e estruturante do sistema Crítico kantiano. Não é um complemento ou agregado, mas constitui-se, junto com a analogia, na delimitação de limites para a razão tanto nas fronteiras do transcendente, quanto nas raias da experiência. Além disso, os dois termos em questão desempenham, cada um a seu modo, um papel importante na dinâmica de incentivo à efetivação da liberdade.” (Luciano, 2008., p. 195). 

           Sabendo que Kant não é um filósofo fácil nem difícil para ser entendido, dá minha parte me identifiquei muito pela filosofia kantiana, na qual pretendo trabalhar também no meu TCC. A dissertação do Luciano para mim é de grande valia, pois tratarei da mesma questão na área de “Antropologia e Estética”. O mestrado Luciano trabalhou bem essa questão do belo deixando bem claro qual o sentido do “Belo” em Kant.

Comments

]]>
Wed, 30 Apr 2008 09:57:49 -0700
A Vida de David Gale http://antoniosantana83@yahoo.com.br/post/2008/04/29/a-vida-de-david-gale http://antoniosantana83@yahoo.com.br/post/2008/04/29/a-vida-de-david-gale  

David Gale (Kevin Spacey) é professor, advogado e também um ativista contra a pena de morte. Porém, ele próprio acaba sendo condenado a fatal punição, quando é acusado falsamente de estuprar e assassinar uma colega. O caso chama a atenção de uma jornalista (Kate Winslet), que decide investigar o passado de Gale e questionar o sistema judicial que o condenou. Ela começa a se aprofundar na investigação e além de se apaixonar por ele, descobre que ele é inocente.

  

O filme, me fez ver que a vida pode ter mil cores mesmo quando se tem uma doença grave, mesmo quando se está longe de tudo que vive, mesmo sei lá..... em qualquer situação... gostei muito da cena do acidente. Frida no chão do bonde, coberta de sangue e ouro. A diretora conseguiu fazer com que todas as cenas parecessem quadros! Não posso deixar de citar a participação de Ashley Judd em uma cena que considerei, senão a melhor, uma das: a cena do tango. Explosão de sensualidade das duas.

 

E assim o filme foi trazendo um ar de emoção, no qual, eu mesmo fui me emocionando, me envolvendo nos acontecimentos e refletido com os dias de hoje. Acho que foi tudo bem fiel a história. É claro que muita coisa não foi mostrada, mas essa mulher também viveu seus quarenta e poucos anos tão intensamente que se torna meio impossível retratar tudo... Fiquei satisfeita com o resultado.

Comments

]]>
Tue, 29 Apr 2008 16:11:21 -0700
Lei Moral e o Superego http://antoniosantana83@yahoo.com.br/post/2008/04/25/lei-moral-e-o-superego http://antoniosantana83@yahoo.com.br/post/2008/04/25/lei-moral-e-o-superego

A Mestranda Leysereé, na sua dissertação de mestrado que trata da Lei Moral e o Superego, trabalha com Kant e Freud.No pensamento crítico a boa vontade possibilita a validação da minha ação por meio do imperativo hipotético e categórico. O Imperativo hipotético é a Lei que interessa a ação descritiva, já o imperativo categórico fala da lei que tem um fim moral, ou seja, uma forma que dispença o conteúdo.A dissertação está divida em cinco partes:I – Fala sobre o aspecto formal que não é descritivo e sim prescritivo. Aqui ela referisse a máxima moral que é diferente da máxima formal. A máxima é um princípio subjetivo. Kant coloca uma questão que diz: “Se toda máxima é subjetiva, qual a diferença de uma pessoa que mente e de outra que não mente?” Essa resposta segundo Leysereé, se encontra nas obras de Allison, Beck, Patton, Löffe, que para eles existe uma primeira ordem e uma segunda ordem.II – Trata do Dever que está dividido em duas partes: Obediência por dever, a pessoa tem que está atenta por uma ação moral; e a Obediência conforme ao Dever, que é uma ação legal. Esses também podendo ser chamado de Heurístico, ou seja, todos os corpos que explica as coisas pela sua finalidade.III – Fala também dos interesses morais que é diferente dos interesses patológicos, e.V – fala da autonomia/liberdade que são os conceitos contrapostos a autonomia e a heteronomia, referindo-se à felicidade, ao interesse patológico e a pessoa.Segundo Leysereé, agimos conforme máximas conscientes do que se está falando.Na relação que Leysereé faz com Freud, a extensão do ser humano está para além da consciência conforme a divisão tripartite do pensamento humano (Id, Ego e Superego), destacando o superego como o instinto como núcleo motivacional da censura entre o ego e o id.Podemos fazer uma ralação com o filme “porteiro da Noite”, um drama ocorrido durante a segunda guerra. A sobrevivente de um campo de concentração, Lucia Atherton (Charlotte Rampling), encontra trabalhando como porteiro de hotel Maximilian Theo Aldorfer (Dirk Bogarde), um oficial nazista que foi seu “torturador”. O encontro faz retornar a relação sadomasoquista. Trata-se de um drama erótico e muito forte que nos mostra como é a dependência psicológica que criamos com relação a outras pessoas. Vale apena assistir.

Comments

]]>
Fri, 25 Apr 2008 12:26:08 -0700
Aviso CONGRESSO PUCPR http://antoniosantana83@yahoo.com.br/post/2008/04/24/aviso-congresso-pucpr http://antoniosantana83@yahoo.com.br/post/2008/04/24/aviso-congresso-pucpr Estão abertas as inscrições para o VI CONGRESSO NACIONAL DE FILOSOFIA CONTEMPORÂNEA - PUCPR.
Consulte o site para todas as informações e ajude-nos a divulgar o evento.

SITE DO CONGRESSO
http://www.pucpr.br/eventos/congressofilosofia/2008/index.htm

Comments

]]>
Thu, 24 Apr 2008 07:34:33 -0700
ROTEIRO DO FILME: O QUE É LIBERDADE? http://antoniosantana83@yahoo.com.br/post/2008/04/20/roteiro-do-filme-o-que-e-liberdade http://antoniosantana83@yahoo.com.br/post/2008/04/20/roteiro-do-filme-o-que-e-liberdade Diretor: Cleiton Henrique Farias da Silva
Roteiristas: Cleiton Henrique Farias da Silva e João Francisco Cossa
Filmagem: Cleiton Henrique Farias da Silva e João Francisco Cossa
Produção Geral: Antonio Santana dos Santos e Vanderson Alves da Silva
Sonoplastia: Antonio Santana dos Santos e Vanderson Alves da Silva
Título do Filme: O que é liberdade?
O filme será abordado em 8 blocos divididos conforme a necessidade. E terá como público alvo adolescentes entre 13 e 17 anos.
1º cena: O que é liberdade para as pessoas de hoje? Contextualizar a opinião de liberdade na sociedade atual;Propostas de entrevistas: pessoas na rua.
2º cena: O que é privação de liberdade?Coletar a opinião de uma pessoa que se vê privada de liberdade;Propostas de entrevistas: um encarcerado ou um adolescente.
3º cena: Abordagem geral da filosofia.Conspecto geral do movimento da História da Filosofia em torno da liberdade como indagação fundamental para o homem; Proposta de entrevista: um professor de filosofia;
4º cena: abordagem das filosofias em torno da liberdade. Apresentar correntes filosóficas que retratam este tema;Propostas de entrevista: apresentação.
5º cena: base antropológica da liberdade. Situar sobre o fundamento da antropologia filosófica no concernente à visão da liberdade como direito essencial; Proposta de entrevista: Professor de filosofia.
6º cena: os movimentos históricos em prol da liberdade. Mostrar os movimentos em favor da liberdade, através de alguns vídeos ou fotos.
7º cena: a ditadura do mundo moderno; Questionar as visões de liberdade propostas em nosso mundo moderno e mostrar a ditadura causada por este sistema;
8º cena: provocação; Provocar o desejo de que mudar a realidade é possível, como já foi demonstrado na História;

Proposta do caderno de atividades: atividade em grupo para responder a algumas perguntas sobre o vídeo; levar algumas revistas para utilizar na constituição de um cartaz de colagem, para que depois expliquem o que quiseram retratar a partir do vídeo; produzir, usando da criatividade, um teatro improvisado retratam alguma situação de privação de liberdade; anexar alguns textos sobre este tema ao caderno de atividades para que estabeleçam comparações entre o vídeo e estes textos;
Materiais de apoio: FILOSOFIA, Ensino Médio. Secretaria de Estado de Educação. Curitiba: SEED-PR, 2006, p.129-142. Complementos anexados ao caderno de atividade.

A PALLOTTI PRODUÇÕES é composta por:


Antonio Santana dos Santos Cleiton Henrique Farias da Silva


João Francisco Cossa Vanderson Alves da Silva

Comments

]]>
Sun, 20 Apr 2008 13:19:46 -0700
A Psicanálise como experiência Ética http://antoniosantana83@yahoo.com.br/post/2008/04/19/a-psicanalise-como-experiancia-atica http://antoniosantana83@yahoo.com.br/post/2008/04/19/a-psicanalise-como-experiancia-atica

Comments

]]>
Sat, 19 Apr 2008 05:29:49 -0700
CADERNO DE ATIVIDADES DO VÍDEO PSICANÁLISE E ÉTICA http://antoniosantana83@yahoo.com.br/post/2008/04/19/caderno-de-atividades-do-video-psicanalise-e-etica http://antoniosantana83@yahoo.com.br/post/2008/04/19/caderno-de-atividades-do-video-psicanalise-e-etica Psicanálise como experiência ética. Daniel Omar Perez

Segundo o texto escrito por Daniel Omar Perez (além da lei) a psicanálise é a experiência sobre a relação do sujeito com o desejo, na tentativa de satisfação frente à castração simbólica.
Entre o pai da psicanálise e Lacan existe um esforço explícito de colocar ou posicionar esta ciência no estatuto do saber científico.
Freud mostrou que a psicanálise era uma novidade que vinha a destronar o lugar do reinado do sujeito da consciência. O empreendimento psicanalítico buscava constituir – se como terapia e como reflexão da cultura.
Lacan não é omisso no debate, a insistência com a cientificidade da psicanálise aparece na forma de uma aproximação com a lógica e a matemática. A psicanálise não podia ser uma ciência da natureza, como não pode ser um modo da matemática. Entretanto entre Freud e Lacan há uma diferença que está além da escolha do modelo de cientificidade mal sucedida.
Por outro lado a busca de formas, fórmulas, formalização, grafos, matemas e interpretações filosóficas permitiram a Lacan organizar as condições de possibilidade daquilo que entendemos por desejo, estruturar o circuito pulsional e compreender a experiência analítica (experiência de tratamento) como experiência ética. Para Lacan o inconsciente não é – nunca foi – o âmbito das trevas, o irracional, a caixa preta ou qualquer coisa que se possa reduzir a uma experiência mística ou a uma relação de oposição neutralizada com a razão. O inconsciente está estruturado como uma linguagem, dirá Lacan.
A filosofia de Kant e Nietzsche marcou os limites da razão e reelaborou a noção de irracional. Nessa história, Freud não sugeriu uma espécie de nu selvagem da razão, mas o funcionamento de outro mecanismo, com outro regime de causas que aquele suportado pelo registro da consciência ou da natureza.
Porém Lacan, em vez de recorrer aos mitos, modela construindo esboços de aparelhos em relação com a linguagem e com aquilo que ela não alcança. Assim, o aparelho do psiquismo humano dispõe – se a partir dos registros do real, do simbólico e do imaginário. Registros estes que permitem trabalhar a relação do sujeito com o desejo como uma experiência ética. É assim que Lacan chama aquilo que está no próprio princípio da entrada na psicanálise.
Enfim a máxima do sadismo lúdico não nos confronta com o desejo, é a partir do outro que a ordem nos solicita. Em última análise, o sádico é objeto.

Noção de psicanálise como ética
Qual é a interpretação da psicanálise como experiência ética?
A psicanálise tem que ser pensado a partir da regra, do exemplo para poder agir com os outros. A psicanálise como experiência ética e atitude ética. A ética tem mais a ver com desejos do que com relação com os outros. Lacan coloca a psicanálise ao registro do trabalho científico, uma verdade que tinha consciência, mas não se tratava com a filosofia da mente. A psicanálise não é uma filosofia da mente, mas uma terapia e uma reflexão da cultura. Não é uma terapia como qualquer outra, mas de algum modo, um tratamento terapêutico da neurose e o modo de compreender o produto da cultura.
Com isso, o psicanalista desenvolve diferentes modos, nos quais a psicanálise observa o tratamento clinico entendendo a cura nas suas diferentes perspectivas. E dentro da própria psicanálise, encontramos Freudiano, Lacaniano,..., com diferentes modos de entender a própria terapia e o próprio tratamento das neuroses.
Os críticos literários também tiveram um grande trabalho de análise sobre textos, no que procuraram na figura aquilo que vivia inconsciente entre a escrita e o autor. Com isso, Lacan é exigente no debate e na insistência quando quer aprofundar a psicanálise. Ele tentou levar adiante de um discurso de investigação e de justificação que se identifica com o caráter analítico, e isso não parou por aí, na década de cinqüenta, no qual, deu a mesma continuidade com o próprio Lacan.
Não há como colocar uma psicanálise no interior de uma epistemologia pautada pela a dicotomia mente/corpo, se não apenas como equívoco. Uma psicanálise se relaciona com a ética, como uma experiência da relação do sujeito com os próprios desejos em quanto às regras os separa de um lugar para outro.
O inconsciente nunca foi o âmbito das trevas, a caixa preta ou qualquer coisa que passa a reduzir a uma experiência mística com uma relação de oposição não comprometedora com a ciência. Nisso, a filosofia de Kant marcou o nível da razão e reelaborou a noção de irracional. O inconsciente está estruturado com a linguagem, no qual, dizia Lacan. Não se trata de um semblante, do silêncio, de um falar ou de qualquer coisa, trata-se de entender a lógica, que aparece na superfície significante, de ligação, percepção e contradição.
O aparelho típico humano se estrutura a partir do registro do real, do simbólico e do imaginário. Registro esses que permitem trabalhar a relação do sujeito como desejo e experiência ética. É assim que Lacan chama aquilo que está no próprio princípio da entrada na psicanálise por parte do analisando.
No entanto, Lacan formula a pergunta que atravessa o analisando no início da análise. Pergunta-se: devo eu cometer ou não ao imperativo do super-eu? Para deixar imóvel ter no inconsciente. Diz Lacan e que além do mais, prever cada vez mais na sua instância, na medida em que a descoberta analítica progride, e que o analisando vê defendendo a sua vida. A pergunta pelo devo ou não comprometer ao imperativo super-heróico. Não se restou de uma ética do viver, muito menos de uma ética da prudência ou da afinidade. Lacan costuma dizer o alcance e também o limite que aparece na ética de Aristóteles.
Em todos esses modos de determinação do agir, alcançamos um bem em todos os sentidos possíveis. Quando a gente age com prudência, alcançamos à felicidade; quando o sujeito age em função da lei, alcança a virtude; e quando o sujeito age em função da norma, alcança o bem-comum. Mas, Lacan chama atenção para algo anterior, e implantar a palavra “categoria”, que significa a “coisa”. A “COISA” é anterior em qualquer coisa, o bem da realidade do sujeito em memória própria. Lacan diz que algo se organiza em torno de uma coisa vazia (um vazio).
O sujeito tem a sensação de que alguma coisa se perdeu. O objeto que não sabe que se perdeu na psicanálise se chama coisa, que muitas vezes é representado como fenômeno. A separação do filho e da mãe primordial produz o trauma. Trata-se de um rompimento afetivo de maternidade. É uma busca constante do objeto que foi perdido. Esse objeto perdido é aquilo que orienta o encaminhamento do “sujeito” que o faz para tratar de reencontrar o seu objeto. O trajeto dessa luta estar orientado pelo princípio fraterno de realidade, do real.
O princípio de prazer guia o homem do significante para o insignificante, mas a coisa do objeto perdido não é insignificante, preferir a morte é um pulo para a filosofia. Nesse sentido, a questão ética segundo Lacan, articula-se por meio de uma orientação do referenciamento do homem em relação ao real, assim estar uma pergunta fundamental: existir em conformidade com seu próprio desejo? Na medida em que o desejo está para o além da lei, o risco de encontrar com o nada é inevitável; eis aqui a questão da cura do analisando que entra na relação com o desejo.
A ética do desejo é uma ética sem exemplo, é a abertura para aquilo que não se fecha. Certamente o para além da lei, demanda uma gnosiologia e experiência ética. O vazio da coisa é preenchido temporalmente por coisas que a principio é constituído por objetos que sustenta de uma representação simbólica por uma imagem sublime. Pode-se dizer que se trata de uma fantasia arcaica, como aparecem nos desenhos animados do Patolino e Tom e Gerry, no qual, vai atrás de um objeto de desejo para depois arrebentar, só que, na cena seguinte o objeto volta na sua forma original, ficando novamente novo. O que encontramos aqui, na fantasia arcaica, é de algum modo encontrado na arte, na ciência e na religião.
É a partir do outro que a ordem nos solicita. Em última análise, os sádicos é objeto no sujeito, assim que o dever seria um recalque pela obediência da lei. O gosto do sádico não seria propriamente um para além da lei, uma transgressão da lei super-heróica. Mas uma afirmação da lei de que é possível alcançar esse gosto último que a outra lei proíbe pra tentar regular e determinar a relação entre o sujeito. O sádico se trata da desmedida da lei, da renegação da calculação simbólica por meio do mecanismo da sublimação.

CONTEXTUALIZAÇÃO:
Sigmund Freud ( 1856-1939)

Foi um médico neurologista judeu-austríaco, fundador da Psicanálise. Interessou-se inicialmente pela histeria e, tendo como método a hipnose, estudou pessoas que apresentavam esse quadro. Mais tarde, com interesses pelo inconsciente e pulsões, entre outros, foi influenciado por Charcot e Leibniz, abandonando a hipnose em favor da associação livre. Estes elementos tornaram-se bases da Psicanálise. Freud, além de ter sido um grande cientista e escritor (Prémio Goethe, 1930), possui o título, assim como Darwin e Copérnico, de ter realizado uma revolução no âmbito humano: a idéia de que somos movidos pelo inconsciente.
Freud, suas teorias e seu tratamento com seus pacientes foram controversos na Viena do século XIX, e continuam a ser muito debatidos hoje. Suas idéias são freqüentemente discutidas e analisadas como obras de literatura e cultura geral em adição ao contínuo debate ao redor delas no uso como tratamento científico e médico.

Jacques-Marie Émile Lacan (1901 - 1981)
Foi um psicanalista francês, formado em Medicina, passou da neurologia à Psiquiatria, tendo sido aluno de Gatian de Clérambault. Teve contato com a psicanálise através do surrealismo e, a partir de 1951, afirmando que os pós-freudianos haviam se desviado do sentido da obra freudiana, propõe um retorno a Freud. Para isso, utiliza-se da lingüística de Saussure (e posteriormente de Jakobson e Benveniste) e da antropologia estrutural de Lévi-Strauss, tornando-se importante figura do Estruturalismo. Posteriormente encaminha-se para a Lógica e para a Topologia. Seu ensino é primordialmente oral, dando-se através de seminários e conferências. Em 1966 foi publicada uma coletânea de 34 artigos e conferências, os Écrits (Escritos). A partir de 1973 inicia-se a publicação de seus 26 seminários, sob o título Le Séminaire (O Seminário).

GLOSSÁRIO:
Cientificidade: caráter do que é cientifico (a essência da conta na matemática). Caráter científico de alguma cosa.
Castração: é aquele que impede de ser eficaz, ou aquele que limita ou anula a iniciativa de alguém.
Consciência: A consciência é uma qualidade da mente considerando abranger qualificações tais como subjetividade. No sentido psicológico, consciência tem duas acepções. Significa conhecimento de si: "tenho consciência de quem sou". Presença a si mesmo.
Desejo: O desejo é uma tensão em direção a um fim considerado pela pessoa que deseja como uma fonte de satisfação. É uma tendência algumas vezes consciente, outras vezes inconsciente ou reprimida. Quando consciente, o desejo é uma atitude mental que acompanha a representação do fim esperado, o qual é o conteúdo mental relativo à mesma.
Destronar: renúncia voluntária, perda de liderança, prestígio.
Lógica: lógica Kantiana que se funda na análise crítica dos princípios puros do entendimento. Aquela que estuda as formas e leis do pensamento, com vistas a determinar quais destas conduzem a verdade e as quais ao erro.
Lúdico: relativo á tendência ou manifestação (artística ou erótica) que surge na infância e na adolescência sob a forma de jogo.
Neurose: O termo neurose foi criado pelo médico escocês William Cullen em 1769 para indicar "desordens de sentidos e movimento" causadas por "efeitos gerais do sistema nervoso". Na psicologia moderna, é sinônimo de psiconeurose e se refere a qualquer desordem mental.
Matemas: Conhecimento da ciência. Uma ciência que estuda as grandezas mensuráveis do mundo físico, bem como sociais e econômicos e que leva em conta a noção de movimento.
Mística: Conteúdo de uma idéia, causa, instituição etc..., ou a atmosfera ou aura da perfeição, verdade, excelência incontestável . Tendência para a vida religiosa e contemplativa.
Mecanismo: conjuntos de sentimentos, representações e tendências comportamentais quando o individuo percebe uma ameaça psíquica, e que o protegem da angústia, de uma tomada de consciência dos conflitos e perigos internos e externos.
Psicanálise: Psicanálise, Teoria da alma (“psique”), segundo definição dada por Freud (1948), neurologista austríaco, e seu fundador, é uma disciplina científica que consiste num método de pesquisa cujo objeto é tornar clara a significação inconsciente das palavras, ações e imagens mentais.
Simbólico: Campo de reencontro, estruturação e tomada de sentido dos fenômenos como uma linguagem; um dos três registros essenciais (juntamente com o real e o imaginário) do campo da psicanálise segundo J. Lacan.
Sadismo: Satisfação, prazer com dor alheia. Caracterizada pela obtenção de prazer sexual com a humilhação ou sofrimento físico.

ATIVIDADE:
1. Referente ao texto estudado sobre a psicanálise, crie uma história em quadrinhos apresentando um conceito de fantasia arcaica.
2. Em grupo de três componentes, discuta os principais pontos relevantes do vídeo apresentado sobre a psicanálise.
3. Faça um comentário do vídeo “A Psicanálise como experiência Ética” contendo quinze linhas.
4. Trazer para a próxima aula um conceito do que a sociedade entende por ética para ser apresentado e discutido em sala.
5. Relacionar os dois textos com o vídeo e estabelecer um quadro comparativo através de um cartaz.
6. Reunir-se em grupo e criar uma atividade de palavras-cruzadas, onde os grupos trocarão com os outros esta atividade para que cada grupo resolva uma proposta diferente.

INDICAÇÃO DE FILMES:

- Desenhos animados do Tom e Gerry, Patolino, Papa-léguas.
- O Homem-Aranha
Título Original: Spider-Man
Gênero: Aventura
Tempo de Duração: 128 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2002
- Matrix
Título Original: The Matrix
Gênero: Ficção Científica
Tempo de Duração: 136 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 1999
- Inteligência Artificial
Título Original: Artificial Inteligence: A.I.
Gênero: Ficção Científica
Tempo de Duração: 146 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2001
- A Laranja Mecânica
Título Original: A Clockwork Orange
Gênero: Ficção Científica
Tempo de Duração: 138 minutos
Ano de Lançamento (Inglaterra): 1971
- O Amigo Oculto
Título Original: Hide and Seek
Gênero: Suspense
Tempo de Duração: 105 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2005

LIVROS:
ARRIVÉ, Michel. Lingüística e: Freud, Saussure, Hjelmselv, Lacan e outros.
São Paulo. Ed. da Universidade de São Paulo, 1994.
BEIVIDAS, Waldir. A psicose e o discurso da ciência. In: Sobre a psicose (JOEL BIRMAN, Org.), Rio deJaneiro,. Contracapa Ed., 1999.
BIRMAN, Joel. Entre cuidado e saber de si. Sobre Foucault e a psicanálise. 2
ed.. RJ. Relume Dumará ed., 2000. ed.., Nova Fronteira ed.., 1986.
COELHO DOS SANTOS, Tânia. A difusão da psicanálise na família: um estudo de seus efeitos sobrea mulher. Dissertação de mestrado. Rio de Janeiro, 1982. PUC, 149 pp, Memeo.
COELHO DOS SANTOS, Tânia. As estruturas freudianas da psicose e sua reinvenção lacaniana. In: Sobre a psicose. Rio de Janeiro, Contra capa ed., 1999.
FREUD, Sigmund . Três ensaios sobre a sexualidade. In Obras completas. Vol. VII, Rio de Janeiro, Imago ed,., 1980.
JACOBSEN, Mikkel Borch. Lacan: el amo absoluto. Buenos Aires, Amorrotu ed.., 1991.
JURANVILLE, Alain Lacan e a filosofia. Rio de Janeiro, Jorge Zahar ed., 1987.
LACAN, Jacques. O Seminário, livro 2: o eu na teoria e na técnica da psicanálise. Rio de Janeiro, 3a ed. Jorge Zahar ed., 1992.
Zahar ed., 1992.
LEMOS, Cláudia T.C. Da morte de Saussure, o que se comemora? In: Psicanálise e Universidade. SP, Revista da Núcleo de Estudos da Pesquisa da PUC, no 3, 1995, pp. 41-52.
STEIN, E. J. ética filosófica e ética da psicanálise - a diferença fundamental. 1998. conferência.

SITES RELACIONADOS:
Sociedade Brasileira de Psicanálise
Psicanálise Freudiana
Psicanálise On-Line
Textos de Interesse Filosófico
A psicanálise

Comments

]]>
Sat, 19 Apr 2008 05:24:39 -0700
O conceito de virtude em Immanuel Kant http://antoniosantana83@yahoo.com.br/post/2008/04/18/o-conceito-de-virtude-em-immanuel-kant http://antoniosantana83@yahoo.com.br/post/2008/04/18/o-conceito-de-virtude-em-immanuel-kant

Este vídeo foi produzido a partir da reflexão feita pela mestranda Sonia, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, em sala de aula. O projeto de sua dissertação de mestrado pretende corroborar a idéia de que o princípio de virtude em Kant está relacionado a ética do dever e o mandamento de lei moral.

Por isso, o Grupo Pallottti Produções realizou este vídeo com o intuito de explicitar as idéias apontadas pela mestranda, como um material para facilitar e despertar o interresse para o estudo tanto da Filosofia quanto de seus filósofos.

Comments

]]>
Fri, 18 Apr 2008 17:21:18 -0700
Antropologia e Religião em Immanuel Kant http://antoniosantana83@yahoo.com.br/post/2008/04/18/antropologia-e-religiao-em-immanuel-kant http://antoniosantana83@yahoo.com.br/post/2008/04/18/antropologia-e-religiao-em-immanuel-kant

A produção deste vídeo está inspirada na discussão em sala de aula apresenta pelo graduando Jorge Vanderlei da Conceição do 5º período do Curso de Licenciatura da Pontifícia Universidade Católica do Paraná.

Com o intuito de produzir uma reflexão em torno da problemática que envolve o homem, o Grupo Pallotti Produções apostou alto. Com um "orçamento bilionário", produziu um pequeno documentário em um dos cartões postais mais famosos da "cidade de 1º mundo".

Visando despertar o expectador para a discussão em torno da moral, da ética e do cumprimento do dever, o vídeo relembra as idéias do filósofo alemão, Immanuel Kant, sobre o que é o homem (cidadão do mundo) e se podemos falar de um constitutivo de sua natureza.

A todo o público... a equipe de produção deseja que o material produzido possa ser um apoio para a construção de um pensamento próprio e um questionar-se a si mesmo.

Bom Estudo!

Comments

]]>
Fri, 18 Apr 2008 17:05:55 -0700
“A paixão de Cristo”: Mostrando a presença real da existência de Deus http://antoniosantana83@yahoo.com.br/post/2008/04/06/%e2%80%9ca-paixao-de-cristo%e2%80%9d-mostrando-a-presenca-real-da-existencia-de-deus http://antoniosantana83@yahoo.com.br/post/2008/04/06/%e2%80%9ca-paixao-de-cristo%e2%80%9d-mostrando-a-presenca-real-da-existencia-de-deus A paixãoO filme a paixão de Cristo de Mel Gibson, grande sucesso nos cinemas no ano de 2004, teve em suas exibições o número recorde de expectadores.
Ao iniciar esse comentário quero fazer-lhe uma citação que ajudará a refletir o que o filme transmite ou transmitiu para o ser humano nos dias de hoje.
“... ao longo da história da Igreja, Deus proporciona e permite sinais que provocam os homens. Para mim, este filme é um destes sinais.” (Aura Miguel, Rádio Renascença.
Deus envia o seu filho sobre a terra para que ele transmitisse a mensagem da sua existência. Deus existi, e se fez homem para viver no meio dos outros homens. Esse sinal da existência de Deus está comprovado pelos cristãos no Livro Sagrado.
Cristo se fez homem para viver em comunhão, viveu como homem para pregar a boa nova e sofreu como homem para nos resgatar do poder do mal e revelar ao mundo a existência do Pai.
O filme também traz uma sena muito interessante, no qual, ver a sua mãe que é o a presença do bem de um lado, e do outro lado ver a presença do mal representado pelo o satanás. Com isso podemos colocar que em nosso mundo existe esse dualismo do Bem e do Mal. Assim como Jesus vence o lado do mal se entregando inteiramente a Deus, nos mostra também essa possibilidade de nós venceremos as forças do mal se entregando nos braços do Pai.

Comments

]]>
Sun, 06 Apr 2008 09:03:13 -0700
The Last Temptation of Christ (Overcoming Death) http://antoniosantana83@yahoo.com.br/post/2008/04/06/the-last-temptation-of-christ-overcoming-death http://antoniosantana83@yahoo.com.br/post/2008/04/06/the-last-temptation-of-christ-overcoming-death

Comments

]]>
Sun, 06 Apr 2008 07:39:00 -0700
Reflexão filosófico do filme “A última tentação de Cristo” http://antoniosantana83@yahoo.com.br/post/2008/04/06/reflexao-filosofico-do-filme-%e2%80%9ca-ultima-tentacao-de-cristo%e2%80%9d http://antoniosantana83@yahoo.com.br/post/2008/04/06/reflexao-filosofico-do-filme-%e2%80%9ca-ultima-tentacao-de-cristo%e2%80%9d A ultima tentação de CristoPhilosophical commentary of the film “The last temptation of Christ”
“Se tudo provém de Deus, que é bom, de onde provém o mal?”

O filme “A ultima tentação de Cristo”, dirigido por Martim Scorsese, trás uma resposta pra esta questão no pensamento agostiniano. Primeiramente o filme transmite para os expectadores um lado diferente da vida de Cristo. O diretor pensa um outro modo de vida de que Cristo poderia ter: uma vida comum, com esposa, filhos e um dia-a-dia normal. No filme Jesus fala em não ser o filho de Deus, mas sim o filho do homem, pois diz ter o diabo dentro dele e admite ter pecados.
Jesus ao falar do “não ser o filho de Deus”, ele pensa as coisas do mundo (de onde vem e para onde vai). Sobre isso podemos fazer uma reflexão sobre o problema do mal em S. Agostinho, no qual, fala que o mal deriva do fato de que não há um único bem, mas muitos bens. O mal é uma escolha de um ser inferior ao invés do ser supremo. “o bem que está em mim é obra tua, é teu dom, o mal em mim é meu pecado.
Neste ponto de vista, o filme traz essa linha de pensamento abordando o problema do mal. Cristo um carpinteiro que vive um grande dilema, pois é quem faz as cruzes com as quais os romanos crucificam seus oponentes. Em toda a sua vida terrena de apostolado Cristo percebeu os sofrimentos, os tormentos de espírito e a sua própria morte de cruz, que segundo o pensamento agostiniano é uma conseqüência do pecado original.
Jesus vivendo esse terrível conflito interior decide ir para o deserto, mas antes pede perdão a Maria Madalena, que se irrita com Jesus, pois não se comporta como uma prostituta e sim como uma mulher que quer sentir um homem ao seu lado. Ao retornar Jesus volta convencido de que é filho de Deus e logo salva Maria Madalena de ser apedrejada e morta. Então reúne doze discípulos e prega o amor, mas seus ensinamentos são encarados como algo ameaçador, então é preso e condenado a morrer na cruz. Já crucificado é tentado a imaginar como teria sido sua vida se fosse uma pessoa comum. Agora voltado ao problema do mal podemos colocar uma problemática sobre o filme dizendo: que todo o homem que se inclina ao mal tem a grande possibilidade de ser resgatado pelo ser supremo, pois este tem o dom do poder mais forte.

Comments

]]>
Sun, 06 Apr 2008 07:22:42 -0700
Vídeo sobre o cuidado de si http://antoniosantana83@yahoo.com.br/post/2008/03/31/video-sobre-o-cuidado-de-si http://antoniosantana83@yahoo.com.br/post/2008/03/31/video-sobre-o-cuidado-de-si

Este vídeo é composto por duas partes:

A primeira parte tem como recurso o fantoche, expressando um indivíduo que está preocupado com o cuidado de si e que fala sobre os quatro grupos de expressões divididos na análise de Michael Focault sobre o princípio do cuidado de si. Esta parte acontece em um pequeno palco, que contém, ao fundo e acima, expressões do cuidado de si e os quatro grupos elencados. Temos, também, elementos ao fundo: o sol e a lua que representam a história em seu movimento.

A partir deste primeiro momento construímos um sentido próprio da apresentação. Objetivando mostrar a idéia do cuidado de si segundo a análise de Foucault em sua divisão nos grupos de expressões. Para assim demonstrar a idéia principal do texto em afirmar um enfraquecimento moral e epistemológico do sentido do cuidado de si, mostrado pela autora através de um conspecto histórico.

Todo o estudo abordado tem por referência o Livro "Filósofos e Terapeutas em Torno da Questão da Cura" que se encontra resenhada a sua introdução nos arquivos deste blog.

O vídeo trata especificamente do primeiro capítulo "O Cuidado de Si Surgimento e Marginalização Filosófica" que foi escrito pela autora Salma Tannus Muchail.
(Comentário produzido por Cleiton Henrique)

Comments

]]>
Mon, 31 Mar 2008 05:03:14 -0700
O Nascimento da Filosofia http://antoniosantana83@yahoo.com.br/post/2008/03/15/o-nascimento-da-filosofia http://antoniosantana83@yahoo.com.br/post/2008/03/15/o-nascimento-da-filosofia Filósofos

O nascimento da filosofia tem data, local e autor = ano 585 a. C; região – Jônia; Ásia menor na cidade de Mileto.
1º Filósofo – Tales de Mileto previu o eclipse do sol. Foi um político, engenheiro que desenvolveu a irrigação astronome que descobriu a constelação da ursa menor, mediu a altura da pirâmide pela sombra.
Filósofos Pré-Sócrates –
1) Escola Jônica : Tales, Anaxímenes, Heróclito de Efiso, Anaximando.
2) Escola Pitagórica ou Itálica; (Magna Grécia), Pitágoras, Filolau, Àrquitas.
3) Escola Elesta : Xenófones, Parrmênides de Eléia, Zenão.
4) Escola Atomista ou da Pluralidade: Demócrito, Empetocles, Anotogoros.
Período de transição – Séc. Va IV a.c – é fruto de dois deslocamentos:
Geográfico – das colônias gregas da Ásia menor p/ Grécia (Atenas) – estudo
Intelectual – o foco de atenção deste período deixa de ser os fenômenos naturais e passa a ser a política, ética, moral; o cidadão.

Em Atenas séc. V a IV término – Guerra contra os Persas, Guerra Peloponeso (431ac/404ac – 27 anos) – chamado séc de Péricles 440ac à 404 ac ,36 anos.
Péricles condenou Atenas por 36 anos, Atenas passa a ser o centro da reflexão (lis, obras de arte). Péricles patrocinava a cultura. Aqui surge as figuras dos Sofistas e Sócrates. Principais Sofistas: Pitágoras, Gorgias, Hipias. Sócrates – viveu em 469 a 399 a.C; pai – Sofronisco (escultor); mãe – Fenareta (parteira); esposa – Xantipa.
Sócrates antropológicos / antropôs – homem
A preocupação é estudar seu comportamento, mais a discussão deliberada das leis empraça pública; as mudanças ocorreram por fatores geográficos e intelectuais. O centro do problema passa a ser o homem. Aristocracia / Democracia.
Desde os primórdios dos tempos, as cidades eram divididas em 2 classes: de agricultores, de nobres.
A democracia instituiu 2 Princípios:
1) ISONOMIA – igualdade de tosos os cidadão perante a lei;
2) ISEGORIA – direito de exprimir sua opinião, discutir na Assembléia.
Paidéia – educação, formação cultural, física e intelectual do homem.
Areté – virtude, excelência p/ vigir a virtude é necessário a educação.
A educação na Aristocracia formava-se homens com corpo belo e bom, nos ginásios eram treinados p/ lutar e possuíam boa formação intelectual e eram destinadas as boas mortes ou belas mortes.
A Arete era coragem de morrer jovem, com corpo perfeito. Apresentavam-se nos jogos olímpicos e seus valores eram testados. Assim atingiriam a imortalidade, protegeriam suas famílias.Era uma concepção com a sua morte, ele atingiria o “HADES”, paraíso.
SÒCRATES – fontes de conhecimento
As obras de Platão – diálogos, Fédon, Banquete, Apologia de Sócrates.
“Xenofonte” – historiador, e tem uma obra chamada Memoráveis.
Sócrates se dizia incumbido de uma missão divina.Ensinava p/ quem quisesse ouvir, ele fazia perguntas p/ quem quisesse ouvir.
“Oráculo” - pronunciamento dos deuses, local onde as profecias eram reveladas e vinham em forma de enigma.O Oráculo de Rilfos (região da Grécia) era o mais famoso.
Ateísmo.

Comments

]]>
Sat, 15 Mar 2008 03:28:32 -0700
Livro "filósofos e terapeutas" http://antoniosantana83@yahoo.com.br/post/2008/03/15/livro-filosofos-e-terapeutas http://antoniosantana83@yahoo.com.br/post/2008/03/15/livro-filosofos-e-terapeutas Livro Filósofos e terapeutas vêm falar do método de como libertar a alma no “velar pelo ser”. “É no encontro com os exemplos que são modelos, senão que surgiram do irremediável, que aqueles primeiros pensadores se transformaram em terapeutas de si mesmos”. O filósofo faz da sua intelectual uma acese, que imprimem estilos, propõem métodos, instauram linhagens, convidam a descobrir, recriar, elaborar ou inventar o efeito do próprio impulso. Nisso, o filósofo é um terapeuta, pois são seres que colocam sua condição em uma perspectiva radical, na elegância, na ousadia ou na calma como diferentes modos da medida.
O próprio Pitágoras, que além de filósofo foi um terapeuta criando um método de dedicar uma parte do dia à contemplação e à meditação visado o controle dos seus desejos e das suas representações intelectuais, nesse sentido, para os pitagóricos, a matemática, junto com a música, eram apreciados como exercícios propedêuticos para a libertação da alma.
Segundo o cínico Antístenes (s. IV a.C), as doenças aparecem quando nos afastamos da natureza e SUS cura consiste em voltar para ele. Uma vida feliz não é outra outra coisa que viver conforme a natureza.A marca dos cínicos gregos era a sua autenticidade, o exercício de uma vida sem artifícios. Diógenes, outro cínico, considerava todas as suas atitudes um modo de vida filosófico, uma forma de evitar as doenças que os próprios homens arranjam para si.
O autor quer colocar para os leitores um exemplo de filósofos que busca um modo de ser, que busca a felicidade da alma, esses filósofos são os cínicos, pois estes levavam a vida a sério. As preocupações fazem dos homens escravos do ouro de tudo aquilo que nos faz esquecer de nós mesmos para nos perdermos no meio das coisas como se fôssemos mais um objeto entre os objetos.
Epicuro e os seus amigos tinham um modo de vida comunitário numa propriedade da cidade de Atenas, conhecida hoje como o jardim de Epicuro, onde filosofia e medicina se encontravam de um modo bastante elaborado. Os mesmos da “escola epicúrea” viviam afastados da política da cidade e dos cargos públicos. Entendiam que os assuntos políticos não trazem felicidade e, muitas vezes, carregam desgraça e sofrimento. Eles tinham uma espécie de atitude defensiva em relação com as questões político-sociais. A ambição, a agitação e as rivalidades não favorecem o estado de ataraxia para alcançar a felicidade.
Cristãos e judeus no início da nossa era encontraram no deserto o habitat ideal para a cura de todos os nossos males. Isso no extremo da época medieval, mas no outro extremo, aparece uma figura diferente na história dos modos da cura e da terapia que perdura por um bom tempo dentro da época moderna: bruxas. Foucaul comenta que as bruxarias não se trata de um mero problema de magia e obscurantismo mas das formas da relação saber-poder sobre a vida e a morte dos indivíduos.
Segundo Rousseau: “A extrema desigualdade na maneira de viver; o excesso de trabalho de outros; a facilidade de irritar e de satisfazer nossos apetites e nossa sensibilidade; os alimentos muito rebuscados dos ricos, que os nutrem com sucos abrasadores e que determinam tantas indigestões e o esgotamento do espírito, são todos indícios funestos de que a maioria de nossos males é obra nossa e que teríamos evitado quase todos se tivéssemos conservado a maneira simples, uniforme e solitária de viver prescrita pela natureza.
As artes de curar, as terapias, os tratamentos para a diminuição da dor e a eliminação de doenças perpassa os mais variados discursos e sua história é bem mais antigo que qualquer tentativa epistemológica de discernir o que é ciência e o que não é. Mais ainda, podemos afirmar que estas práticas milenares colocaram em questão, reiteradas vezes, os discursos predominantes sofrendo as conseqüências necessárias dos mecanismos do poder. Embora a filosofia universitária tenha tentado negligenciar esse aspecto do trabalho do pensamento, essas preocupações nunca deixaram de aparecer na obra dos filósofos clássicos, e é por isso que estamos aqui arriscando renovar esta reflexão.

Comments

]]>
Sat, 15 Mar 2008 03:27:09 -0700
Antígona: “Tragédia na Família” http://antoniosantana83@yahoo.com.br/post/2008/03/13/antigona-%e2%80%9ctragedia-na-familia%e2%80%9d http://antoniosantana83@yahoo.com.br/post/2008/03/13/antigona-%e2%80%9ctragedia-na-familia%e2%80%9d

Sobre este tragédia, a turma de filosofia montou um teatro relatando este acontecimento. o teatro ocorreu em um dos auditórios do CTCH da PUC Curitiba. Os atores (alunos) fizeram uma boa dramatização do fato ocorrido na Grécia Antiga. Numa das mais belas e dramáticas tragédias já escritas, Sófocles devassa em toda a sua profundidade o amor, a lealdade, a dignidade. Conta a história, que Antígona deseja enterrar seu irmão Polinice, que atentou contra a cidade de Tebas, mas o tirano da cidade,Creonte, promulgou uma lei impedindo que os mortos que atentaram contra a lei da cidade fossem enterrados, o que era uma grande ofensa para o morto e sua família, pois a alma do morto não faria a transição adequada ao mundo dos mortos. Antígona, enfurecida, vai então sozinha contra a lei de uma cidade e enterra o irmão, desafiando todas as leis. Antígona é então capturada e levada até Creonte, que sentencia Antígona à morte, não adiantando nem os apelos de Hemon, filho de Creonte e noivo de Antígona, que clama ao pai pelo bom senso e pela vida de Antígona, pois ela apenas queria dar um enterro justo ao irmão. Hemon briga com Creonte e então Antígona é levada a morte, uma tumba aonde Antígona ficará até morrer. Aparece então Tirésias, o adivinho, que avisa a Creonte que sua sorte está acabando, pois o orgulho em não enterrar Polinice acabará destruindo seu governo. Antes de poder fazer algo, Creonte descobre que Hemon, seu filho, se matou, desgostoso com a pena de morte de Antígona. Aparece Eurídice e conta que, ao abrir a tumba onde Antígona estava presa, e encontram enforcada, e Hemon a seus Creonte se aproxima e se mata após tentar acertar o pai. Eurídice, desiludida pela morte do filho também se mata, para desespero de Creonte, que ao ver toda sua família morta se lamenta por todos os seus atos, mas principalmente pelo ato de não ter atendido o desígnio dos deuses, o que lhe custou a vida de todos aqueles que lhe eram queridos.

Comments

]]>
Thu, 13 Mar 2008 15:35:12 -0700
Édipo o Rei: “assassino por desejo” http://antoniosantana83@yahoo.com.br/post/2008/03/13/edipo-o-rei-%e2%80%9cassassino-por-desejo%e2%80%9d http://antoniosantana83@yahoo.com.br/post/2008/03/13/edipo-o-rei-%e2%80%9cassassino-por-desejo%e2%80%9d

Édipo é um personagem de um conto grego. Famoso por matar o pai e casar-se com a própria mãe. Filho de Laio e de Jocasta, pai de Etéocles, Ismênia, Antígona e de Polinice.

Segundo a lenda grega, Laio o rei de Tebas havia sido alertado pelo Oráculo de Delfos que uma maldição iria se concretizar: Seu próprio filho o mataria e que este filho se casaria com a própria mãe.
Por tal motivo, ao nascer Édipo, Laio abandonou-o no monte Citerão pregando um prego em cada pé para tentar matá-lo. O menino foi recolhido mais tarde por um pastor e batizado como Edipodos, o de "pés-furados", que foi adotado depois pelo rei de Corinto e voltou a Delfos. No caminho, Édipo encontrou um homem e, sem saber que era o seu pai, brigou com ele e o matou, pois, Laio o mandou sair de sua frente.
Após derrotar a Esfinge que aterrorizava Tebas, que lançara um desafio ("Qual é o animal que tem quatro patas de manhã, duas ao meio-dia e três à noite?"), Édipo conseguiu desvendar, dizendo que era o homem. "O amanhecer é a criança engatinhando, entardecer é a fase adulta, que usamos ambas as pernas, e o anoitecer é a velhice quando se usa a bengala".
Conseguindo derrotar o monstro ele seguiu à sua cidade natural e casou-se "por acaso" (já que ele pensava que aqueles que o haviam criado eram seus pais biológicos) com sua mãe, com quem teve quatro filhos. Aquando da consulta do oráculo, por ocasião de uma peste, Jocasta e Édipo descobrem que são mãe e filho, ela comete suicídio e ele fura os próprios olhos por ter estado cego e não ter reconhecido a própria mãe.
Anos mais tarde, após renunciar ao trono, foi expulso de seu reino pelos filhos Polinice e Etéocles. Já velho e cego foi acompanhado em seu exílio pela fiel filha Antígona até morrer em Colono anos mais tarde.

Comments

]]>
Thu, 13 Mar 2008 15:25:11 -0700
Comentário do filme “A Odisséia” http://antoniosantana83@yahoo.com.br/post/2008/03/13/comentario-do-filme-aeoea-odissaiaae http://antoniosantana83@yahoo.com.br/post/2008/03/13/comentario-do-filme-aeoea-odissaiaae Odyssey

Uma adaptação do poema clássico A Odisséia, atribuído a Homero, onde Odisseu (Ulisses) enfrente a fúria dos deuses, perigosos inimigos e monstros mitológicos, demonstrando bravura e resistência para retornar aos braços de sua amada Penélope.
Odisseu, Rei de Ítaca, no qual tem como esposa Penélope, que deu à luz ao seu filho Telêmaco, este mesmo nasce em meio às ovelhas. Neste período, a Grécia estava em guerra com Tróia, onde Odisseu viaja para derrotar os troianos que durante muitos anos lutam fora dos muros de tróia. A luta dos gregos com os Troianos dura aproximadamente sete anos que por fim Aquiles foi morto. Com isso os gregos ficaram ainda mais furiosos e apresentam o presente dos gregos (o cavalo de tróia) dedicado por Odisseu, com vários guerreiros no interior do cavalo que durante a festa em comemoração ao presente recebido, ataca os troianos embriagados, levando tróia a ruínas e Odisseu conquista tróia.
No entanto, “A odisséia”, descreve o retorno do guerreiro Odisseu (Ulisses) ao seu reino na ilha grega de Ítaca. Essa obra pode ser dividida em três temas fundamentais: a viagem de Telêmaco; as viagens do Ulisses e o massacre dos pretendentes da esposa de Ulisses, Penélope.
1. A viagem de Telêmaco: Telêmaco, que durante anos esperava a chegado de seu pai Odisseu, decidiu e atrás, e em Esparta encontra o Rei Menelau que diz para ele que o Pai morreu, Telêmaco retorna a sua casa onde que por final reencontra o seu e os dois tramam o massacre (mais a frente do texto).
2. As viagens de Ulisses: Odisseu passa muito anos viajando sem poder chegar à sua terra Ítaca. Ele, Herói amaldiçoado pelos os deuses, Em especial pelo o deus das águas (Poceidon), viaja de uma ilha para outra ilha encontrando vários tipos de deuses e vivenciando lendas diferentes, no qual, pede ajuda para chegar a sua bem-amada.
3. O massacre dos pretendentes da esposa de Ulisses, Penélope: aqui aparece a volta de Odisseu, que se apresenta como um mendigo trazido pelo seu filho. Com o massacre, Odisseu volta para a sua esposa que foi fiel até o seu retorno.

A odisséia descreve um momento mais estável e pacífico repleto de sucessos legendários. Uma frase conclusiva do filme é que: “sem os deuses o homem não é nada”.

Comments

]]>
Thu, 13 Mar 2008 15:02:00 -0700
comentário do filme "Gladiador" http://antoniosantana83@yahoo.com.br/post/2008/03/15/comentario-do-filme-gladiador http://antoniosantana83@yahoo.com.br/post/2008/03/15/comentario-do-filme-gladiador

DIREÇÃO: Ridley Scott
ELENCO: Russel Crowe, Joaquin Phoenix, Richard Harris, Connie Nielsen, Oliver Reed, Derek Jacobi, Ralph Moeller, Spencer Treat Clark; 154 min.
Os Reis antigamente, possuíam nome para representar estatos de poder, com a do Imperador Cesar, trata também de um nome fictício. Cesar, pai de Máximo, tem o propósito de dar o seu reino ao filho, porém, Marcos Aurélio com inveja, matar Cesar para tomar o lugar de Máximo. Máximo é preso e na prisão aprende a ser um gladiador em meio aos outros gladiadores.Os gladiadores eram pessoas escravas, que lutando contra eles mesmos tinha um único objetivo da a diversão ao povo que iam assisti as lutas. Máximo é nomeado com o melhor dos gladiadores, pois tem em seu sangue o dom de vencer.O ano é 180 e o general romano Máximo (Russel Crowe), servindo ao seu imperador Marco Aurélio (Richard Harris), prepara seu exército para impedir a invasão dos bárbaros germânicos. Durante o combate, Máximo fica sabendo que Marco Aurélio, já velho e ciente de sua morte, quer lhe passar o comando do Império Romano. A trama onde Cômodo (Joaquin Phoenix), filho do imperador, mata o pai, assumindo o comando do Império, não é historicamente verídica. Na verdade, Cômodo assumiu quando seu pai morreu afetado por uma peste, adquirida durante uma nova campanha no Danúbio.Enquanto Cômodo assume o trono, Máximo que escapa da morte, torna-se escravo e gladiador, travando batalhas sangrentas no Coliseu, a nova forma de divertimento dos romanos. Máximo, disposto a vingar o assassinato de sua mulher e de seu filho, sabe que é preciso triunfar para ganhar a confiança da platéia. Acumulando cadáveres nas arenas o gladiador luta por uma causa pessoal, de forma quase que solitária e leva benefícios ao povo, submetido pela política do "pão e circo".
"Nesta vida ou na próxima eu terei minha vingança". Máximo sabe que o controle da multidão será vital para que possa arquitetar sua vingança, que culmina em um combate com o próprio Cômodo. Para os povos que assistem as lutas no Coliseu, essa querra tem um grande objetivo de fazem rirem, ou seja, trazer diversão para a sociedade. Máximo é o grande Gladiador, servo do Imperador Marcos Aurério,do Império terceiro e ultima etapa na história da civilização romana, foi antecedido pelos periodos manárquico (753-509) e publecano (509-27 a.C). Império este dito como o mais duradouro da história universal.

Comments

]]>
Sat, 15 Mar 2008 03:23:22 -0700
Comentário do Filme "Filhos da Esperança" http://antoniosantana83@yahoo.com.br/post/2008/03/15/comentario-do-filme-filhos-da-esperanaa http://antoniosantana83@yahoo.com.br/post/2008/03/15/comentario-do-filme-filhos-da-esperanaa

Num futuro apocalíptico (2009-2027), o filme mostrando a data de 16 de novembro de 2027, a população cai em anarquia após um problema de infertilidade. O mais novo cidadão do mundo acaba de falecer aos 18 anos e a humanidade está enfrentando a possibilidade de extinção. Numa Londres arrasada pela violência e por seitas nacionalistas em guerra, Theo (Clive Owen), um burocrata desiludido, se torna um sobrevivente, encontra uma Wudiz no qual mostra para ele sua barriga, grávida de 8 meses diz está com medo e pede ajuda (sena muito impressionante em meio à guerra) . Theo fica surpreso com o que viu e busca salva das mãos dos políticos, pois eles podem usá-la para oposição ao seu estado ideais políticos. Quando a última esperança que resta no planeta está ameaçada, o ex-ativista é forçado a enfrentar seus próprios demônios para proteger o planeta do perigo iminente.
É muito estranho o que acontece no mundo sem as vozes das crianças, sem as vozes das crianças o mundo entra em guerra.
O grande problema desta população é o desaparecimento do homem na terra, duas perguntas aparecem na trama: Por que não geramos mais bebê? Ou qual a causa da infertilidade? No filme aponta-se a questão do projeto humano, ou seja: um grupo que busca resolver o problema da fertilização.
No filme, coloca-se com uma das causas, por exemplo, a poluição, o desmatamento, o pecado da fome, o que será?
Em meio às manifestações nas ruas dizem “evitar o exame da fertilização é crime. Toda essa briga é por causa do “não ter mais crianças no mundo”, isto transformará o cosmo, mudança total no mundo.
O filho de Kee nasce num campo dos refugiados e procuram um barco para fugirem, tentam se esconder das balas que atravessam as ruas, dentro de um sobrado Kee esconde a criança, mas com o choro da criança a guerra silenciou-se um dos guarda manda cessar fogo, todos observam a criança, o milagre em meio a guerra. Kee com sua filha (Dylan) e Theo encontra um barco e fogem de Grã-Bretanha em meio ao mar Theo sangra muito e fica desmaiado dentro do barco. O filme Filhos da Esperança busca colocar no “hoje” presente o que pode acontecer no futuro em meio a tantas crises que o planeta está enfrentando nos dias de hoje.

Comments

]]>
Sat, 15 Mar 2008 03:24:29 -0700